Canal aberto – Edição de fevereiro/2015

BELEZA DISCRETA
Eu nunca havia sido assinante da Revista Adventista, mas, com os incentivos da igreja, resolvi assinar. E já com o primeiro exemplar (de janeiro), que chegou bem rápido, fiquei maravilhada! Encontrei assuntos lindos, que prenderam minha atenção. O artigo “Beleza discreta”, como foi escrito, me convenceu. Estou arrependida de não ter sido assinante antes. Acredito que perdi muita coisa boa.
Rafaela Ortiz
Sumaré (SP)
DINOSSAUROS
Primeiramente, parabenizo a Revista Adventista por sua repaginação. Tenho a certeza de que ela sempre foi e será um instrumento de Deus. Na edição de janeiro, ao escrever sobre dinossauros (Boa Pergunta), o pastor Ozeas Moura expôs o tema de maneira breve, firme e simples. Muitos me perguntam se há menção dos dinossauros na Bíblia. Cito as passagens de Jó 40:15-24 (beemote) e 41 (leviatã) como referências a eles.
Márcio Behling
Novo Hamburgo (RS)
TESTEMUNHO
Hoje, ao chegar da igreja, recebi minha primeira Revista Adventista. Estou feliz! Fui pastor de dois ministérios no Rio de Janeiro durante 20 anos. Porém, depois de um ano e meio assistindo à Novo Tempo, aos pastores Luís Gonçalves e Ivan Saraiva, minha vida mudou. Desde 1º de novembro, estou frequentando a Igreja Adventista. Fiz a assinatura da revista e da Lição da Escola Sabatina, sou “anjo da esperança”, devolvi meu primeiro dízimo e meu sonho é ser batizado na Novo Tempo para servir de exemplo.
Fernando Costa
Campos (RJ)
Lindo testemunho! Enviamos uma cópia da sua carta para nossos amigos da TV Novo Tempo, que vibraram e vão entrar em contato com o senhor.
NOVA REVISTA, NOVA VIDA
Recebi a edição de janeiro da Revista Adventista e fiquei impressionado com a qualidade e a riqueza de matérias. Ela chegou à minha residência no mesmo mês em que retorno aos braços do Pai e à comunhão com os irmãos. Fui batizado em 2006, ano em que assinei a revista, tendo renovado no ano seguinte. Infelizmente, a partir de 2008, me afastei da igreja e deixei de recebê-la. De lá para cá, houve um hiato que foi preenchido por outras publicações esporádicas que recebia da Novo Tempo. Agradeço a Deus pelo retorno da revista ao meu coração e do retorno do meu coração ao coração do Pai!
Leandro Paixão
São Leopoldo (RS)
HERÓI
Em relação à nota “Herói adventista” (janeiro), corremos o risco de Hollywood não se manter completamente fiel aos motivos de Desmond Doss, como ocorreu com O Fantástico Mundo do Dr. Kellogg e Um Grito no Escuro.
Carlos Bitencourt
Cascavel (PR)
DORMIRAM NO SENHOR
Apreciei muito o novo projeto da revista. No entanto, senti falta da seção Falecimentos.
Hermano Dias de Bastos
Mococa (SP)
Prezado Hermano, na verdade, a seção continua com o nome de Memória. Confira na página 32.
TURISMO RELIGIOSO
Penso que o termo “recreação” seria mais adequado em vez de “diversão” no contexto da matéria “Turismo religioso” (janeiro).
Darcy Garcia
Taquara (RS) 
SONHO MODESTO
Simplesmente maravilhosa a nova Revista Adventista! Penso que o sonho de alcançar 100 mil assinaturas a esse preço é muito modesto. Se cada igreja propagar esse sonho, esse número rapidamente vai ser ultrapassado. Gostei muito da entrevista com o jornalista Tales Tomaz e, com base nela, sugiro que publiquem um texto sobre levar equipamento tecnológico para igreja em lugar da Bíblia.
Roberto Rodrigues de Freitas
João Pessoa (PB)
HINÁRIO
Que matéria maravilhosa sobre os 100 anos do hinário adventista (dezembro)! Acredito que seria de suma importância que a igreja no território sul-americano fizesse uma campanha para voltarmos a utilizar mais o hinário e aprendermos a cantar todos os hinos. Muitas igrejas hoje usam apenas os cânticos do louvor jovem. Cantar os hinos do hinário proporciona um ambiente mais solene nos cultos.
Jaqueline Massagli
Por e-mail
CAMINHO EXCLUSIVO
Parabéns pelo extraordinário artigo “Caminho exclusivo” (dezembro), que deveria ser lido e relido por todos!
Paulo Roberto dos Santos
Hortolândia (SP)
FRONTEIRA DO ALÉM
Excelente o artigo “Fronteira do além” (novembro). Tive dois acidentes. Num deles, caí e fraturei o crânio. Quando voltei do desmaio, vi uma luz. Era o Sol! Outra vez, de bicicleta, fui atingido por um carro. Uns dez minutos depois, só vi a luz quando recobrei os sentidos. De fato, como diz a Bíblia, os mortos nada sabem.
Ivaldo Bunhak
Campo Mourão (PR)
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