Donald Trump e o futuro do mundo

Entenda o papel dos Estados Unidos na profecia bíblica
Com 276 votos de delegados do colégio eleitoral contra 218 da candidata democrata Hillary Clinton, Donald Trump foi eleito presidente dos EUA. Créditos da imagem: Gage Skidmore/flickr.com
Com 276 votos de delegados do colégio eleitoral contra 218 da candidata democrata Hillary Clinton, Donald Trump foi eleito presidente dos EUA. Créditos da imagem: Gage Skidmore/flickr.com

Os Estados Unidos estão prestes a ter um novo presidente. Apesar de a eleição ainda precisar passar por uma segunda fase no colégio eleitoral, os norte-americanos sinalizam que Donald Trump deve ser empossado no dia 20 de janeiro de 2017 como o 45º presidente da democracia mais expressiva do planeta. Pela primeira vez, uma pessoa que nunca exerceu cargo público nem prestou o serviço militar está prestes ocupar o cargo. A pujança econômica e militar dos EUA fará do bilionário de declarações polêmicas o homem mais poderoso do mundo.

Trump é um magnata que transformou a fortuna herdada do pai em um poderoso império pessoal. Seu nome é uma marca grafada na fachada de centros financeiros. Um apresentador de televisão muito popular, Trump é um comunicador que sabe exprimir, com seu jeito franco de falar, os sentimentos normalmente não declarados de uma população majoritariamente conservadora. Sua vitória pelo partido republicano o faz encarnar um papel de protagonista da história do mundo, e, para surpresa de muitos, também uma figura com importante papel no cumprimento das profecias bíblicas.

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O que Donald Trump tem a ver com as profecias? Seu nome não está codificado em nenhuma das páginas milenares da Bíblia, mas uma interpretação bíblica que vem se confirmando revela que a nação que ele deve governar participará no cumprimento de uma das últimas profecias da Bíblia. Essa profecia está em Apocalipse 13.

Neste capítulo há a descrição de duas potências que são inimigas dos adoradores fiéis de Deus. Nos recuados tempos quando o Império Romano governava o mundo, Deus revelou ao apóstolo João, autor do Apocalipse, o surgimento de dois poderes de influência mundial. O primeiro é representado por uma “besta que emerge do mar” (Ap 13:1). Os reformadores protestantes identificaram a “besta do mar”. Para Martinho Lutero, João Calvino e os grandes reformadores protestantes do século 16, todas as descrições proféticas de Apocalipse 13:1-10 aplicam-se perfeitamente ao Império Romano em sua fase papal, ou seja, à hierarquia religiosa mais poderosa do planeta. Seu histórico de intolerância para com as ideias discordantes, evidente em episódios como o da Inquisição, confirma que a Igreja Romana está representada na Bíblia como a primeira besta de Apocalipse 13.

A segunda potência descrita no mesmo capítulo está figurada como “outra besta que emerge da terra” (Ap 13:11). Segundo o relato bíblico, essa “besta” “possuía dois chifres”, parecia “um cordeiro, mas falava como um dragão”. Ela “exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença”. Segundo Vanderlei Dorneles, em seu livro O Último Império, o teólogo puritano Thomas Goodwin sugeriu em 1680 uma importante pista que levou à posterior identificação do símbolo profético. Ele concluiu que a segunda besta de Apocalipse 13 era a “imagem protestante do papado nas igrejas reformadas”.

Mais de um século depois, em 1798 e 1799, Jeremy Belknap e John Bacon, ambos da igreja congregacional, relacionaram os “chifres” da besta apocalíptica aos valores formativos dos Estados Unidos. Bacon defendeu que os dois chifres representavam a “liberdade civil e religiosa na América”. Os Estados Unidos eram independentes havia apenas 23 anos, e a Constituição americana vigorava há uma década.

Mas foi apenas em 1850 que essa interpretação se consolidou. George W. Holt, Hiram S. Case, Tiago White e Hiram Edson analisaram todos os elementos da profecia e concluíram que a segunda besta do Apocalipse é “a república protestante dos Estados Unidos”. No ano seguinte, um jovem de 22 anos chamado John Nevins Andrews destrinchou todas as evidências que apontam ser a nação americana a potência representada em Apocalipse 13:11-18. Com base nisso, ele previu que os Estados Unidos se tornariam um império mundial. Vale lembrar que, quando Andrews escreveu isso, a bandeira americana tinha apenas 31 das 50 estrelas que tem atualmente. Os 31 estados representados na flâmula compunham uma nação rural (apenas 15% da população vivia nas cidades). Ainda dependente da mão de obra escrava, o país com expressão econômica tímida no cenário internacional dava os primeiros passos de uma industrialização tardia em relação à Europa ocidental e tentava se erguer dos resultados da depressão econômica de 1837.

Hoje, é indiscutível a liderança norte-americana no panorama internacional. Isso confirma a interpretação da profecia, que também revela que a “besta da terra” (EUA) levaria as pessoas a se sujeitarem à autoridade da “besta do mar” (Vaticano). Segundo a profecia, a nação americana “faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta” e “seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta”.

A autora cristã Ellen G. White escreveu em 1888 que, “a fim de formarem os Estados Unidos uma imagem da besta, o poder religioso deve a tal ponto dirigir o governo civil que a autoridade do Estado também seja empregada pela Igreja para realizar os próprios fins” (O Grande Conflito, p. 443).

Em suma, “a imagem da besta” é uma nova versão do que vigorou na Idade Média: o papa mandava no rei, e o rei dava poder ao papa e executava a vontade deste.

Em seu livro Liberdade Americana e Poderio Católico, escrito em 1948, o jurista estadunidense Paul Blanshard previu, após minuciosa análise dos documentos históricos do catolicismo, que este pretendia conquistar poder político nos Estados Unidos. Blanshard alertou que a Igreja Católica, caso não mudasse sua postura, e caso os Estados Unidos não se precavessem contra ela, avançaria rumo ao controle do país e à supressão da liberdade religiosa.

Blanshard escreveu bem antes de 1984, quando os Estados Unidos estabeleceram relações diplomáticas com a Santa Sé. A aproximação entre a maior potência econômica e militar do planeta e a mais pujante hierarquia religiosa do globo deve ser encarada como a concretização de um perigoso cenário profético e apocalíptico. Segundo Ellen G. White, “quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apoie as instituições, a América do Norte protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a aplicação de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável” (ibid., p. 445).

É provável que a vitória de Donald Trump seja um passo importante na aproximação profética entre o governo dos Estados Unidos e a liderança da Igreja Católica. Ele, que é presbiteriano, assumiu posições conservadoras e nacionalistas. Isso pode levá-lo a promover no governo propostas condizentes com os valores religiosos dos americanos. Provavelmente será um professo defensor da família e dos “bons costumes”, bandeira importante do Partido Republicano, pelo qual se elege presidente. Os bispos católicos e o papa têm especial interesse que as posições morais defendidas pela sua igreja recebam apoio governamental.

Se realmente usar a máquina do estado para promover interesses conservadores, Trump deve se tornar bem aceito entre os católicos do país, que representam pouco mais de um quarto da população, e entre os protestantes, que correspondem a quase metade do país. Ele também tem o apoio manifesto de outros grupos religiosos. Entre os judeus americanos, Trump foi o candidato favorito, principalmente devido às suas posições pró-Israel. Pensar que a convergência entre as grandes religiões mundiais terá o apoio político dos Estados Unidos não é impensável se ele estiver no comando da nação.

Três livros publicados pela Casa Publicadora Brasileira descrevem os pormenores das profecias referentes ao papel que os Estados Unidos desempenham no fim dos tempos. O livro Apocalipse 13: Isso Poderia Realmente Acontecer? apresenta a projeção do cenário social e religioso dos Estados Unidos, segundo as profecias bíblicas. Já a obra O Último Império: A Nova Ordem Mundial e a Contrafação do Reino de Deus revela como as pretensões imperialistas dos Estados Unidos podem levar a nação a impor leis religiosas em outros países. Além desses, o clássico O Grande Conflito reconta de uma perspectiva profética a história mundial e dá impressionantes previsões a respeito do futuro.

O cenário de união entre as potências religiosas e políticas do mundo é um dos últimos sinais que antecederão a segunda vinda de Cristo e o fim do mundo. Quando Cristo vier, as autoridades políticas e religiosas perderão seus poderes, e Deus salvará o seu povo e será o único governante do Universo, e “Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap 11:15).

FERNANDO DIAS é pastor e editor da Casa Publicadora Brasileira

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  • Jefferson Batista

    Ótimo texto. Acredito que os governos do mundo tornar-se-ão progressivamente conservadores e, a partir daí, instituirão os dogmas religiosos como lei. Vale lembrar que alguns estados americanos são mais liberais que outros, creio que nesses estados haverá uma onda de liberalidade antes dessas coisas acontecerem e isso estimulará mais o discurso conservador.

  • Jefferson Batista

    O mais importante é lembrarmos do nosso papel enquanto povo remanescente e assumir que sem Deus não poderemos completar a obra que nos foi confiada. Devemos começar a entender e praticar o conselho da Testemunha fiel e verdadeira, comprar dele amor, discernimento espiritual e compreender profundamente o que é a justificação pela fé. Só assim estaremos aptos a receber o refrigério pela presença do Senhor.
    “Perguntei a significação da sacudidura que eu vira, e foi-me mostrado que era determinada pelo testemunho direto contido no conselho da Testemunha verdadeira à igreja de Laodicéia. Isto produzirá efeito no coração daquele que o receber, e o levará a empunhar o estandarte e propagar a verdade direta. Alguns não suportarão esse testemunho direto. Levantar-se-ão contra ele, e isto é o que determinará a sacudidura entre o povo de Deus.
    Vi que o testemunho da Testemunha verdadeira não teve a metade da atenção que deveria ter. O solene testemunho de que depende o destino da igreja tem sido apreciado de modo leviano, se não desatendido de todo. Tal testemunho deve operar profundo arrependimento; todos os que o recebem de verdade, obedecer-lhe-ão e serão purificados.” PE – Pag. 270

  • Gerson Grubert

    Há um enorme equívoco na interpretação, comentada acima, de Apocalipse 13. Não se trata de 2 nações, mas de 2 personagens! E não é uma profecia referente à Igreja, mas referente a Israel. E quem são: (explicando) Como os judeus não admitiram Jesus como seu Messias, portanto, ainda estão esperando que se cumpram todas as profecias referentes à sua pretensa vinda. Há em Israel um verdadeiro frenesi referente a chegada eventual do Messias. Só que, antes do Messias, eles esperam a vinda de ‘Elias’, identificada claramente na Besta que subiu da terra “de maneira que fazia até descer fogo do céu para a terra” (Apoc. 13:13) Qual profeta bíblico fez descer fogo do céu? Elias! Quando os judeus verem essa ‘besta’ fazendo descer fogo do céu imediatamente a recepcionarão como sendo ‘Elias’. Daí vem o passo 2: pretensamente cumprindo a profecia bíblica o ‘falso profeta’ anunciará o (falso) Messias, a ‘besta’ que subiu do mar. E por que Israel precisa passar por esse terrível episódio? 2 Tessalonicenses 2 dá o enredo completo: “… venha primeiro a APOSTASIA e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, ostentando-se como Deus. A vinda desse ímpio é segundo a operação de Satanás COM TODO PODER, e COM SINAIS e COM PRODÍGIOS MENTIROSOS e COM TODA SEDUÇÃO DA INJUSTIÇA para aqueles que perecem, PORQUE NÃO RECEBERAM O AMOR DA VERDADE, a fim de serem salvos.
    Por isso… lhes envia Deus a operação do erro…, para que dêem crédito à mentira…,
    a fim de que sejam julgados… todos os que não deram crédito à verdade…, antes tiveram prazer na injustiça.” (versos 2:3,4, 9-12) Esse falso Messias será tão terrível que ele também conseguirá congregar as nações para destruir a grande meretriz (apocalipse 2:16-17): “Os dez chifres e a Besta que viste ODIARÃO A PROSTITUTA. Eles a DEIXARÃO ARRUINADA E NUA; devorarão sua carne e A EXTERMINARÃO COM FOGO, porquanto, DEUS ESTABELECEU NO CORAÇÃO DELES a disposição de REALIZAR O PROPÓSITO QUE ELE TEM, conduzindo-os a CONCORDAR EM ENTREGAR À BESTA O PODER QUE ELES RECEBERAM PARA REINAR até que SE CUMPRAM AS PALAVRAS DE DEUS.” Somente o cavaleiro Fiel e Verdadeiro conseguirá vencer esta hoste demoníaca (descrito em Apoc.190).
    Há um erro grosseiro repetido por todas as convicções religiosas: lerem o Apocalipse com olhar religioso, denominacional. Não! O apocalipse descreve os acontecimentos relativos à nação de Israel. Yahweh tem aliança com Israel. Não tem ‘Igreja’ nos episódios do apocalipse. Há, sim, até ao final do capítulo 3 o período referente à Igreja de Cristo, mas no capítulo 4 diz: “Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que DEPOIS (DA IGREJA) DEVEM ACONTECER. E logo FUI ARREBATADO EM ESPÍRITO…” (versos1,2) Que o Senhor Jesus ilumine os entendimentos de todos.

    • Olá, Gerson. Tudo bem? Sugerimos a leitura do livro “Apocalipse 13: Isso Poderia Realmente Acontecer?”. Usando a Bíblia como sua própria intérprete, a obra ajuda a esclarecer sobre o que João realmente se refere no capítulo 13 de Apocalipse.

      • Gerson Grubert

        Agradeço, mas… O Espírito de Deus já me revelou a verdade. Eu só lamento que os adventistas estejam EXTIRPANDO Israel do cenário bíblico final. Muita presunção denominacional e religiosa impede que vocês vejam o contexto escatológico girando em torno de Israel. Os Estados Unidos, no máximo, será uma das muitas nações que subirá contra Jerusalém: “Então vi a besta, os reis da terra e os seus exércitos reunidos para guerrearem contra aquele que está montado no cavalo e contra o seu exército.
        Mas a besta foi presa, e com ela o falso profeta que havia realizado os sinais miraculosos em nome dela.” Apocalipse 19:19,20
        “Passados muitos dias, serás convocado às armas. Daqui a alguns anos atacarás uma terra que se recuperou da guerra, cuja população foi juntada dentre muitas nações nos montes de Israel, gente que por muito tempo esteve completamente desolada e aflita; contudo, agora, esse povo foi liberto das nações, e vive em segurança. Então tu, todas as tuas tropas e as muitas nações subirão, avançando como uma tempestade; sereis como uma nuvem cobrindo toda a terra. Avançaras contra Israel, o meu povo, como uma nuvem ameaçadora que cobre toda a terra. Nos dias do futuro, quando chegar a hora, Eu mesmo te levarei a atacar e invadir minhas terras a fim de que todas as nações pagãs fiquem sabendo quem Eu Sou quando Eu manifestar poderosamente minha santidade à vista de todos os povos por meio de ti, ó Gogue. Em meu zelo e em minha cólera asseguro que naqueles dias haverá um poderoso estrondo, um grande terremoto em Israel. Então convocarei a espada do meu juízo contra Gogue em todos os meus montes. Executarei juízo e condenação sobre ele com doenças contagiosas e derramamento de sangue; desabarei terríveis tempestades de chuva, granizo, fogo e enxofre ardente sobre ele, e todo o seu exército também será atingido; o mesmo ocorrerá sobre as muitas nações que estarão com ele. E assim demonstrarei a minha magnificência e a minha santidade, e me farei conhecido aos olhos de muitas nações. Então eles saberão que Eu Sou Yahweh, o SENHOR.” Ezequiel 38

    • Manuel Paxeco

      ola amigo!
      O SEU COMENTARIO NAO TOMA EM CONTA AS PALAVRAS DE CRISTO NEM DOS SEUS PROFETAS E APOSTOLOS, MAS SE ATENTARMOS PARA DANIEL CAPITULO NOVE VEMOS QUE “70 SEMANAS ESTAO DETERMINADAS SOBRE O O TEU POVO…..” OU SEJA 490 ANOS , QUE FOI O PERIODO INTERTESTEMENTARIO, O POVO JUDEU, E NAO ISRAEL DADO QUE AS OUTRAS TRIBOS FORAM EXTINTAS, DEVERIA: …” EXTINGUIR A TRANSGRESSAO, E DAR FIM AOS PECADOS E TRAZER A JUSTIÇA”. JESUS EM MARCOS CAP. 1 VERSO 15 REFERE-SE QUE O ….”TEMPO ESTA CUMPRIDO E O REINO DE DEUS ESTA PROXIMO”, CHAMOU ATENÇAO PARA A UNICA PROFECIA QUE FALA DE TEMPO A DE DANIEL, RELATIVAMENTE AO VELHO TESTAMENTO, O NOVO NAO EXISTIA. JESUS APONTOU QUE O TEMPO CONCEDIDO AOS JUDEUS ESTAVA A TERMINAR, FALAMOS DE JUDEUS – NAÇÃO POIS FOI ESTA QUE FOI CHAMADA PARA PROCLAMAR AS VIRTUDES DO ALTISSIMO CONFORME EXODUS CAP. 19. NAO ESTAMOS A REFERIR A JUDEUS INDIVIDUALMENTE. MAIS TARDE S.PEDRO APLICOU A O MESMO CHAMADO A IGREJA FUNDADA POR CRISTO, DADO QUE ELE E O FUNDAMENTO E A CABEÇA DA IGREJA, COMO DIZ S.PAULO, A PEDRA QUE OS EDIFICADORES (JUDEUS) REGEITARAM COM DIZ S. PEDRO NA CARTA PRIMEIRA.
      ELE, JESUS CRISTO, IDENTIFICOU-SE COMO A PEDRA MENCIONADA AO LONGO DE DEZENAS VERSICULOS DO VELHO TESTAMENTO, E EVOCOU O SALMO 118 COMO SE APLICANDO A ELE : “A PEDRA QUE OS EDIFICADORES ;REJEITARAM, ESSA FOI ;POSTA POR CABEÇA DO ANGULO, PELO SENHOR FOI FEITO ISTO, E E MARAVILHOSO AOS NOSSOS OLHOS? PORTANTO O REINO DE DEUS VOS SERA TIRADO, E SERA DADO A UMA NAÇAO QUE DE OS SEUS FRUTOS” VER S.MATEUS CAPITULO 21 VERSOS 42 A 46.
      JESUS DISSE QUE A NAÇAO JUDAICA IRIA SER DESPIDA DOS SEUS PRIVILEGIOS, COMO PROVA DISSO O VEU DO TEMPLO RESGOU-SE DE ALTO BAIXO TESTEMUNHANDO QUE O TEMPLO IRIA FICAR VAZIO PARA SEMPRE ,E QUE AS CERIMONIAS NO TEMPLO TINHAM TERMINADO(QUANDO ELES O CRUCIFICARAM) O MESMO SE PODE INTERPRETAR, COMO A NAÇAO FAVORECIDA JUDA, ERA RASGADA. NAO HA CABIMENTO PARA CRER QUE OS JUDEUS VOLTEM COMO NAÇAO A TER PRIVILEGIOS. JESUS DISSE “QUEM CRE EM MIM SERA SALVO” A SALVAÇÃO FOI SEMPRE INDIVIDUAL. ISRAEL E MAIS TARDE OS JUDEUS FORAM CHAMADOS COMO NAÇAO PARA SEREM MISSIONARIOS O QUE FIZERAM OCULTARAM DEUS DOS OUTROS POVOS APONTO DE IMAGINAREM QUE SO ELES ERAM FILHOS DE DEUS, O RESTO DA HUMANIDADE ERA ESCUMALHA.

  • Sergio Kersten Schwantes

    O que mais me impressiona em surpresas desse calibre é ver como a história vai se moldando ao palco de Mateus 24 bem diante dos nossos olhos. O curso da história por vezes atua como as ondas que chegam à praia, recuam, reagrupam e retornam mais violentas: a pseudo abertura mundial vem recuando no Brexit do Reino Unido, no enfraquecimento dos blocos de livre comércio e nos novos muros e cercas de fronteiras; a esquerda de utópicas igualdades sociais da lugar à direita ultra-conservadora; a Primavera Árabe buscou a democracia e encontrou o Estado Islâmico, e 2017 aguarda a União Européia com candidatas como Marine le Pen na França e a novata Frauke Petry na Alemanha. Trump deve recuar do papel americano de “guardião-do-mundo-livre” para guardião dos interesses dos Estados Unidos abrindo mais espaço para instabilidade mundial e conflitos isolados: então todos clamarão por liderança política e unidade entre povos! Qualquer semelhança não é mera coincidência, afinal não existe coincidências para Deus. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” …ou estude a respeito

  • Especulação. E é bom lembrar que Ben Carson apoiou o Trump e falou que falou da Hilary. Se ela tivesse ganho haveria outros textos sensacionalistas tentando relacionar ela com o cumprimento das profecias. Não?

    • Ruben Teixeira

      Provavelmente sim. Não sei qual a vantagem que há em querer quase à força que a profecia seja cumprida. Para quê?
      Quando Bento XVI se tornou papa, logo se apressaram em relacioná-lo com a profecia, dizendo que seria o último papa, por mil e uma razões. A igreja Adventista tem de deixar de fazer futurologia e as profecias cumprir-se-ão quando Deus quiser. Não é por sabermos que o fim está mais ou menos próximo que vamos estar mais ou menos preparados. Se assim for, algo está mal. Cada um de nós deve estar preparado a todo o momento. Regresse Jesus amanhã ou daqui a mil anos.

  • Davi P. Silva

    Já não é mais motivo de ficarmos preocupados. Toda mudança de governos, há também, mudanças de acontecimentos. O que precisamos nos preocupar é com a nossa forma de viver e de nos preparar para o grande dia final. Que possamos a cada dia, nos apegar mais nos braços de Cristo e assim, quando Ele Voltar, estarmos preparados para subirmos com Ele.

    Parabéns Fernando, pelo ótimo e excelente texto. Abraços!

    Davi P. Silva

  • Antonio Carlos Dos Santos

    Pastor, com todo o respeito, pare de tentar fazer as pessoas ficarem assustadas, pois essa não é a mensagem de Cristo. Quem se prepara todos os dias em comunhão com Deus, não precisa de especulações. Não adianta saber quem é a besta, quem são os Estados Unidos nas profecias e não saber quem de fato é Jesus.

  • Ronaldo Mendes

    Prezado Gerson, se a profecia não pode se cumprir em cima dos que pisam a lei de Deus (EUA e Roma
    Papal), então ela jamais se cumpriria sobre o povo que ainda tem a lei de
    Deus na sua forma de adorá-lo (no caso Israel). Veja bem: o amigo
    apresenta o episódio do profeta Elias, comparando-o com a besta de
    apocalipse 13:13 que até fogo faz descer do céu à vista dos homens,
    dizendo que Israel será enganado por esse evento, julgando ser assim o
    Messias aguardado por eles; não tem respaldo bíblico para isso ser
    assim, até porque a segunda besta (poder civil norte-americano) atuará na presença da primeira
    besta (Roma Papal) dizendo ao povo que façam uma imagem à primeira besta que
    fora ferida e agora vive. Quem na história preenche esses requisitos
    bíblicos conforme descritos em apocalipse 13; que foi ferido em 1798, e
    depois reviveu, cresceu e inundou o mundo com sua taça do vinho da
    sua prostituição (doutrinas adulteradas; imortalidade da alma, inferno,
    purgatório, poder comer de tudo, inclusive animais imundos, intercessão
    dos mortos e santos no lugar de Cristo, substituição do Cristo vivo por
    transubstanciação, ou seja, o pão se transformar em carne (corpo de Cristo
    na eucaristia), o golpe fatal, a santificação do domingo pagão no
    lugar do Sábado bíblico. Não estamos aqui julgando as pessoas destas
    nações e sim as atitudes governamentais e eclesiásticas destas nações,
    cujas obras se encaixam nos contextos proféticos, e a fé que tem
    raízes em princípios doutrinários contrários ao que sai da boca de Deus.
    “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os
    mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12).
    Se corre o grande risco de estar do lado da besta e lutar contra os filhos de Deus
    (Ap 12:17). “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao
    remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e
    têm o testemunho de Jesus Cristo”. Que Deus abra os
    olhos de muitos que estão no engano a renunciarem as fileiras da
    apostasia e se voltarem para as verdades da palavra de Deus que liberta.

  • Rudimar Jose Disconzi

    Sendo especulação ou não, a verdade é que estamos todos ansiosos na espera da breve volta do nosso Redentor. E também sabemos que qualquer governante que assumir os EUA poderá ser o presidente que fará a aliança que irá mudar a história da humanidade. Mas o que realmente importa é que estejamos todos firmes na Rocha, a espera do nosso salvador.