Alarme falso

Líderes adventistas desmentem boatos sobre restrições à igreja na Rússia
Créditos da imagem: Reprodução da Adventist Review

Líderes da Divisão Euro-Asiática, sede administrativa da igreja que engloba o leste europeu e o norte da Ásia, emitiram uma declaração oficial em reposta aos boatos sobre supostas restrições que estariam sendo impostas à denominação na Rússia.

Mensagens enviadas pelo WhatsApp e divulgadas na web informavam que a igreja estava prestes a ser expulsa do país por força governamental. Porém, no comunicado divulgado no site oficial da sede mundial da igreja, Michael Kaminsky, presidente regional da denominação, e Oleg Goncharov, diretor de assuntos públicos e liberdade religiosa para o mesmo território, informam que se trata de alarme falso.

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“À luz da informação publicada na internet sobre os planos de proibir a atividade da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Rússia, notificamos oficialmente que qualquer informação desse tipo, recebida de fontes não oficiais, não é consistente com a realidade”, informaram por meio da nota oficial.

Segundo eles, “nos últimos anos, a igreja construiu, em espírito de mútuo respeito, um diálogo construtivo com as autoridades governamentais que permite abrir novas possibilidades para utilizar os recursos da Igreja Adventista do Sétimo Dia para suprir as necessidades da sociedade”.

O comunicado cita, inclusive, que o governo tem subsidiado programas desenvolvidos pela igreja na área da saúde e que “isso atesta o fato de que a participação da igreja na vida pública é bem considerada pelas autoridades governamentais”.

“Diante disso, mais uma vez, declaramos solenemente que não há qualquer motivo justificável ou racional para restringir ou banir as atividades da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Rússia”, concluem. [Equipe RA, da Redação / Com informações da ANN]

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  • Cesar Lucini

    Infelizmente muitos “irmãos” repassam boatos sem verificar se os mesmos são verdadeiros, pesquisando em fontes confiáveis. Isso é falso testemunho. E o que é pior é que normalmente tais manifestações são feitas por pessoas que reclamam da corrupção e dos políticos, mas assim agindo, estão sendo corruptas e praticando um ato com fins políticos.