Novas diretrizes para as igrejas na pandemia

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Liderança sul-americana da Igreja Adventista vota novo documento com diretrizes para cultos e reuniões presenciais e virtuais

Da Redação

Foto: Adobe Stock

O Brasil se vê diante de novos desdobramentos da pandemia e de novas restrições na economia. Diante desse cenário de agravamento da crise sanitária, a liderança sul-americana da Igreja Adventista votou um novo documento com orientações sobre cultos e reuniões presenciais e virtuais. As medidas divulgadas nesta terça-feira (2) são resultado do parecer de líderes eclesiásticos e profissionais das áreas de administração, comunicação, jurídica, saúde, entre outros setores.

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ORIENTAÇÕES PARA REUNIÕES VIRTUAIS E PRESENCIAIS

Os desafios da pandemia já duram pelo menos um ano e têm causado sofrimento a muitas pessoas. A Igreja Adventista do Sétimo Dia continua atenta a essa situação e enfatiza a necessidade de ampliar o cuidado com a realização de cultos e programas. É importante que reuniões presenciais ou virtuais sejam avaliadas pelos líderes locais, mediante cuidadosa análise de riscos, cenários e impacto social. As reuniões devem ocorrer somente com o apoio da administração das Associações/Missões correspondentes e desde que não entrem em conflito com os decretos e as condições sanitárias locais. Para isso, devem ser levadas em conta as seguintes recomendações:

  1. Cultos, Reuniões e Atenção Digital

    a. Enfatizar a prática de medidas sanitárias como o uso de máscara, o distanciamento social, a higienização das mãos e a aferição de temperatura.

    b. Priorizar o uso do Zoom (ou recursos similares) para a realização de reuniões, favorecendo a interação e o engajamento dos participantes.

    c. Avaliar regularmente as condições de segurança para realizar cultos presenciais e, também, a necessidade de reuniões virtuais.

    d. Aprimorar o programa do culto e da Escola Sabatina para atender ao público virtual.

    e. Orientar para que participem das reuniões de maneira virtual as pessoas que pertencem aos grupos de risco, apresentem sintomas gripais ou da Covid-19 e que mantiveram contato com infectados.

    f. Atender aos interessados por meio dos canais de comunicação da igreja.

    g. Realizar atividades presenciais com crianças e adolescentes somente quando houver autorização para aulas presenciais nas escolas da região.

  2. Templos

    a. Respeitar o distanciamento em todas as reuniões, evitando aglomerações.

    b. Adotar os cuidados sanitários em todos os ambientes do templo.

  3. Pastores

    a. Dar o exemplo em relação aos cuidados de saúde e uso de EPI’s.

    b. Mobilizar a igreja para um sólido movimento de oração e estudo da Bíblia.

    c. Organizar um plano de atendimento aos membros e interessados.

    d. Fortalecer o envolvimento missionário da igreja no ambiente digital.

    e. Intensificar o cuidado das famílias em situação de vulnerabilidade.

    f. Enfatizar o culto diário da família.

    g. Organizar equipes de profissionais de saúde nas igrejas locais para ajudar e orientar os membros quanto aos cuidados sanitários.

    h. Respeitar as normas sanitárias ao realizar batismos e Santa Ceia.

  4. Associações e Missões

    a. Priorizar atividades ligadas à igreja local.

    b. Realizar reuniões e capacitações por meio virtual quando houver aumento de riscos no modelo presencial.

    c. Reforçar as ênfases estratégicas de maneira virtual ou presencial:

    Visitação. Reafirmar a importância do cuidado pastoral.

    Adoração. Realizar cultos adaptados à realidade digital, fortalecendo a pregação bíblica.

    Mobilização. Reforçar o conceito de discipulado (Comunhão, Relacionamento e Missão) por meio dos pequenos grupos e das unidades de ação.

Última atualização em 2 de março de 2021 por Márcio Tonetti.

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