Ilha ameaçada

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Igreja se une para orar em favor da população de Guam e por solução pacífica entre Coreia do Norte e EUA
Ilha do Pacífico com 162 mil habitantes reúne 5 mil adventistas que congregam em 22 igrejas. Crédito: Fotolia

Depois de ter divulgado o plano de atacar com mísseis a ilha de Guam, onde os Estados Unidos têm uma base militar, o governo norte-coreano decidiu suspender a operação militar por tempo indeterminado. Embora a tensão entre os dois países tenha sido minimizada depois do anúncio feito nesta terça-feira (15), a liderança da Igreja Adventista divulgou uma nota em que pede que seus membros continuem orando em favor da população da ilha norte-americana e pelos cerca de 5 mil adventistas que vivem lá.

No comunicado, o pastor Daniel R. Jackson, presidente da Divisão Norte-Americana, disse que “a Missão de Guam-Micronésia é uma parte importante de nossa família” e que “durante momentos como esses precisamos nos unir”. “Por favor, orem pelos membros de nossas igrejas e pelos pastores que ministram para eles; orem pelos estudantes missionários e pelos voluntários que trabalham nas escolas e clínicas de toda a Missão”, acrescentou o líder da Igreja na América do Norte.

Conforme expressou Jackson, a expectativa da igreja é que os governos dos Estados Unidos e da Coreia do Norte encontrem uma solução pacífica para suas diferenças.

“Depositamos nossa fé e confiança em Deus, sabendo que Ele é nosso eterno Pastor, Protetor e Fortaleza”, ele concluiu. [Equipe RA, da Redação]

Última atualização em 16 de outubro de 2017 por Márcio Tonetti.

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Editor associado da Revista Adventista

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